Naly de Araujo Leite, Bacharel em Direito
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Naly de Araujo Leite

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Ativista pelos Direitos Humanos,Target Individual e Contra Violências Públicas.
Nascida em Goiânia Go. Cursos na área Jurídica, Direito, Licenciaturas Incompletas na área de História, Letras e Comunicação Social Incompleto. Desempregada remuneradamente, em busca de trabalhos em Jornais, Revistas, Pesquisas. Trabalhando com publicações em diversas áreas como Bloguista e atuando como Ativista há 10 anos. Habilidades em Comunicação Social, reportagens e entrevistas. Escrevendo livro sobre Crimes Tecnológicos e Targets Individual no Brasil e no mundo, em busca de patrocínio e editora. Amo a natureza e abomino a falta de liberdade imposta pelo sistema.Ainda, não vivemos a verdadeira democracia.LUTE POR ELA! Religião: DEUS acima de tudo.Naly de Araujo Leite -

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Naly de Araujo Leite, Bacharel em Direito
Naly de Araujo Leite
Comentário · há 3 anos
Naly de Araujo Leite, Bacharel em Direito
Naly de Araujo Leite
Comentário · há 3 anos
Essa matéria me chegou e eu vou fazer alguns comentários.
O primeiro é que o Pronome de Tratamento SENHOR tem que ser usado, e não é preciso estabelecer LEIS a não ser da boa educação e formação. Pessoas mais velhas, funcionários ou não, são merecedoras deste tratamento, inclusive é o mesmo usado por advogados em primeiro contato com seus clientes, seja para defesa ou acusação.
Impessoalidade, clareza, formalidade e padronização, exigem sim, os referidos Pronomes de Tratamento.
Estudei certo momento para fazer provas no SENADO FEDERAL, e Pronomes, redação oficial, comunicação oral e escrita eram matérias muito importantes no contexto, faz parte dos programas de concurso público.
Deixo aqui um link e uma observação:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm
"A Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais
A necessidade de empregar determinado nível de linguagem nos atos e expedientes oficiais decorre, de um lado, do próprio caráter público desses atos e comunicações; de outro, de sua finalidade. Os atos oficiais, aqui entendidos como atos de caráter normativo, ou estabelecem regras para a conduta dos cidadãos, ou regulam o funcionamento dos órgãos públicos, o que só é alcançado se em sua elaboração for empregada a linguagem adequada. O mesmo se dá com os expedientes oficiais, cuja finalidade precípua é a de informar com clareza e objetividade.
As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada.
Ressalte-se que há necessariamente uma distância entre a língua falada e a escrita. Aquela é extremamente dinâmica, reflete de forma imediata qualquer alteração de costumes, e pode eventualmente contar com outros elementos que auxiliem a sua compreensão, como os gestos, a entoação, etc., para mencionar apenas alguns dos fatores responsáveis por essa distância. Já a língua escrita incorpora mais lentamente as transformações, tem maior vocação para a permanência, e vale-se apenas de si mesma para comunicar.
A língua escrita, como a falada, compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Por exemplo, em uma carta a um amigo, podemos nos valer de determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais; em um parecer jurídico, não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. Nos dois casos, há um padrão de linguagem que atende ao uso que se faz da língua, a finalidade com que a empregamos.
O mesmo ocorre com os textos oficiais: por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão, eles requerem o uso do padrão culto da língua. Há consenso de que o padrão culto é aquele em que a) se observam as regras da gramática formal, e b) se emprega um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma. É importante ressaltar que a obrigatoriedade do uso do padrão culto na redação oficial decorre do fato de que ele está acima das diferenças lexicais, morfológicas ou sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das idiossincrasias lingüísticas, permitindo, por essa razão, que se atinja a pretendida compreensão por todos os cidadãos.
Lembre-se que o padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que não seja confundida com pobreza de expressão. De nenhuma forma o uso do padrão culto implica emprego de linguagem rebuscada, nem dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da língua literária.
Pode-se concluir, então, que não existe propriamente um" padrão oficial de linguagem "; o que há é o uso do padrão culto nos atos e comunicações oficiais. É claro que haverá preferência pelo uso de determinadas expressões, ou será obedecida certa tradição no emprego das formas sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática. O jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada.
A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja com eles familiarizado. Deve-se ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos.
Outras questões sobre a linguagem, como o emprego de neologismo e estrangeirismo, são tratadas em detalhe em 9.3. Semântica.

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